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Mostrando postagens de novembro, 2008

Gotooooooso

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Nhamiiii Tem horas que a boca enche d'água, e você se sente limitada, limitada ao tempo, espaço e sanidade. Já são mais de meia-noite e o que eu queria era uma loja de doces aberta onde eu pudesse encher a mão de guloseimas. Não tendo o jeito é rechear meu espacinho e comer com os olhos mesmo. Fazer trabalho de madrugada não é ruim não, mas com jujubas e balas de gelatina ia ser melhor, ah se ia!

Diazinho para mim

Hoje embrulhei um sábado e me dei de presente, não discutirei aqui meus merecimentos, e talvez por isso mesmo o dia não foi completamente livre em questão de programação. Compromissos cumpridos e fico feliz de poder falar que apesar deles, sim, o dia foi meu! Não pretendo transformar isso aqui em diário, provavelmente está aparentando, para quaisquer dúvidas leia o post dos esclarecimentos. Como não quero seguir a linha dos diários que eu escrevia lá no auge dos meus 8 anos, não vou contar cronologicamente os fatos, apenas citarei para posterior consulta dicas, diquinhas para eu me recordar desse dia, e talvez num futuro, lendo isso aqui eu consiga recordar das boas sensações que tive num sábado de atividades simples, comuns e nada biográficas. Visita à casa, lar doce lar, sensação boa de construir com suas próprias mãos, não as minhas, as que me fizeram, contagiante, orgulhante, e está ficando bom, muito bom. Compromisso cumprido, nada de preguiça, ao contrário feliz em aprender, hoje...

Diário

Informação importante: caso alguém além de mim chegou nesse ponto e está pretendendo ler o post, recomendo sinceramente que não o faça, é um conselho bastante relevante uma vez que sou a responsável por isso aqui. Nada do que está escrito será útil para você que não sendo eu, não tem nada a ver com isso. Essa nota é um "p.s", mas devido a motivos óbvios tive que passá-lo cá para cima. Abre parênteses, diário querido diário, amigo de bons ouvidos e poucas intromissões, hoje registro um desabafo de garota assustada. Estou muda e amarrada mas tenho escutado e enxergado muito bem. Melhor do que nunca talvez. Penso na aflição do mudo que não é surdo. Ouvir e não poder falar é agonizante. Estou numa luta incansável contra o tempo, digo e me escutas, é uma luta atoa. Estou contra o tempo presente e numa luta mais inútil ainda que é a contra o tempo passado. Ando meio perturbada com isso, estou querendo mais do que posso, vencer o tempo é impossível, tenho que virar parceira dele. S...

Sobre o amor da minha vida

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Minha saudosa maloca

Quero contar-lhes sobre uma casinha que tenho muito distante daqui, para chegar lá só mesmo em pensamento, o acesso físico é bem complicado, muitas pessoas desistiram, mas mesmo assim é bom que saibas o endereço, caso queira me fazer uma visita. A minha casa fica lá detrás do mundo, virando a esquerda, na alameda dos chapéus, as portas são grandes e largas, não sou boa de dimensões, mas deve ter por volta de uns 5,37m de altura para 2,53m de largura, são duas portas. Não tem janelas na frente, mas nem por isso a casa é mal iluminada ou ventilada, ao contrário, assim que eu entro na casa tem um jardim e um sol próprio, não acham que eu tenho um sol próprio por ter nascido com a bunda virada para lua, foi por merecimento, me custou alguns pensamentos de liberdade. Eu tenho um pé de azeitonas, elas já nascem em conserva, é uma nova ciência que andei desenvolvendo, não quero me gabar, mas foi um empreendimento muito bem sucedido. O jardim é bem grande, e entre minhas plantações, tenho um p...

A tal da honestidade

Me perguntei sobre a verdade. Devaneie comigo, acompanhe o raciocínio. Eu já não acredito mais na honestidade do homem. Não é uma crise de mulher, não me entenda mal. Afinal, também não creio na honestidade da mulher, passarei a chamar de homem a ambos, assim como se é de costume desde os primórdios da literatura. Digressão: não faço a mínima sobre os primórdios da literatura e não pretendo fazer nenhum aprofundamento sobre minha falsa verdade, portanto aceite-a, senão... ema ema ema. Se a questão não é um desabafo de uma pessoa decepcionada com quaisquer atitudes humanas, é então apenas o fruto de minhas divagações em uma manhã chuvosa de sexta-feira enquanto caminho pelo centro da cidade ao meu destino traçado e exato. Podem não gostar do que digo, a verdade é cruel e quem a teme que se esconda atrás das fantásticas e belas inverdades. Honestidade, só mesmo de defunto. Quando encontrar algum, dou minha palavra que ele sim será honesto. A gente nunca consegue ser honesto com nós mesmo...

Sim?

Você diz não, eu digo que sim, Você diz talvez, eu volto a dizer que sim, Boca de sapo foi costurada e ele ainda cantou. Meu santo veio me dizer para eu desistir, Eu disse que mandasse Deus então, Bato o pé, rodo a baiana, subo nas tamancas, mas digo que sim. Meus argumentos são bons: Caminhadas nos parques de uma cidade sem identidade, prometo histórias do interior, você me retribui com as palavras sagradas, eu me interesso, juro me interessar, questiono um pouco, mas não pretendo te deixar questionando-se, a gente se embola na língua do biquinho mas nos entendemos, sou paciente e um pouco preguiçosa, isso é verdade, mas se disser que sim, eu subo no pico e vejo os outros lá de cima, isso é promessa e não argumento, mas é uma boa promessa, não? Beijinhos, beijinhos, já sonhei com todos eles. Se quiser faço relatório com ilustrações e bibliografia. Basta agora você dizer sim.

Estranho dia para se ter alegria

Estranho dia para se ter alegria, sábado corrido, não fujo das minhas responsabilidades, a lingua se embola de manhã com um francês arranhado, cabeça a mil, semana de provas comendo solta, pezinhos cansados, mas dança, dança pouco com senhor, ensina e aprende, unha vizinha do dedo importante sofre, senhor sabe dançar mas sabe chutar também, foi apenas um erro conseqüente, até então dia comum, sábado comum, cansaço comum. Fora do comum só a negligência do sistema de sair 5 minutos mais cedo, por isso poupo 30 minutos de espera. O reencontro: uma antiga professora de biologia, 2º ano, colégio Municipal Marconi. A quatro anos atrás não seria reencontro, seria mais um dia de rotina, às 7 da matina, para ter uma aula chata sobre plantas. Depois a gente descobre que nem era tão chata assim. O colégio vai acabar. Todos os professores ficarão por aí, em qualquer outra escola que não temos o mínimo de intimidade. O sistema vai mudar. De um colégio livre para um CEFET. É um bom uso sim, a escol...