Um muro de vergonha
Hoje não é dia bom para ser lembrado. Despencou, caiu, derrubou, queria eu estar fora de tudo isso, mas me abster da responsabilidade definitivamente não é justo. Não me culpo pelo fato, mas não acho justo que ele leve toda ela. Acabo sendo responsável e talvez por isso acabo dividindo a vergonha, é difícil não assumir a vergonha do outro. Principalmente quando o outro é tão próximo. Cansei de levar tombos para conseguir ver qual caminho não devo serguir. A tensão está a mil, esse finzinho de 2008 foi de matar. A música do rádio já falou o nome de Deus pelo menos umas dez vezes hoje. "Serei feliz de novo". Crer é o melhor remédio em situações como essa, falar menos, fazer mais... e talvez escrever menos. Vou lá fazer.