Post literário
Caramba! Eu tinha falado que ia escrever sobre "A Cabana" , "As Brumas de Avalon - A Grande Rainha" e tanto não escrevi, quanto já comecei "A Ferrovia do Diabo", "As obras-primas que poucos leram", "A transamazônica - prós e contras" e já até terminei o terceiro livro das brumas - "O Gamo-Rei".
Eu sou uma pessoa um tanto quanto desorientada, quero fazer tudo ao mesmo tempo e muitas vezes não termino o que começo. É por isso que tem tanto livro 'começado'. É certo que "As brumas de Avalon" é uma história fascinante e cada livro eu devoro como se estivesse com fome de tudo aquilo, já os livros cuja história estou louca para saber que seriam sobre a ferrovia e a transamazônica, a leitura não desenvolve. Os livros são bastante históricos com muitos relatos antigos, numa leitura maçante. Eu que não me prendo fácil a muitas coisas tem sido difícil segurar minha atenção nesses dois.
Já o outro, "As obras-primas que poucos leram" foi uma achado na biblioteca, foi bem ao acaso que o peguei e como eu estava levando aquele livro enorme (sobre a transamazônica) achei que seria interessente levar esse outro, já que eu poderia me enjoar desse último - o que de fato acontece.
A CABANA
É um livro escrito por um teólogo. Falando de forma simplória, é uma história de um milagre que ocorre com um homem (Pai e esposo) e JESUS CRISTO, DEUS e o ESPÍRITO SANTO. Essas três figuras sagradas se mostram a esse homem de maneira mágica e num lugar inesperado, já que foi onde ocorreu a maior barbaridade de sua vida. Durante seu desenvolvimento fiquei um pouco entediada certas vezes, pois muito do que é dito, é dito, repetido, reafirmado, dito mais uma vez e de novo falado só pra confirmar. Ou seja muitos capítulos se repetem e certas vezes aquilo entrava na minha cabeça como papo furado. No fim das contas eu já estava me acostumando com DEUS de um jeito bondoso e sem imagem, pois imaginá-lo como mulher ou um velhinho já me parecia muito limitado, até hoje não imagino ele nem mesmo humano. Não o imagino, apenas converso com ele, nunca o vejo.
Sobre o espírito santo, foi a figura que me parece mais simpática naquele imaginário criado pelo escritor. Mas na minha vida, ainda não consigui distinguir os três, nem mesmo dois.
Sobre JESUS CRISTO, bem, não engoli muito sua imagem no livro. Continuo sem entender muito bem quem foi esse cara, mas um dia isso se resolve, estou fazendo a leitura da bíblia. Saindo do imaginário que adquiri com o livro, tenho certeza de que algo na minha fé tenha crescido, estou mais tolerante com os acontecimentos que me fogem do controle. Um dia próximo do fim da leitura desse livro, foi que aconteceu A GRANDE ALEGRIA, um milagre em minha vida.
Essa história ficou em outro post, pois esse post já estava enorme e mudava de cenoura para batata, portanto quem quiser saber sobre o milagre leiam: "De como a Hippie chegou em minha vida".
E sobre as outras leituras, fica para um próximo post. Mas com certeza ainda escreverei sobre "As Brumas de Avalon".
Eu sou uma pessoa um tanto quanto desorientada, quero fazer tudo ao mesmo tempo e muitas vezes não termino o que começo. É por isso que tem tanto livro 'começado'. É certo que "As brumas de Avalon" é uma história fascinante e cada livro eu devoro como se estivesse com fome de tudo aquilo, já os livros cuja história estou louca para saber que seriam sobre a ferrovia e a transamazônica, a leitura não desenvolve. Os livros são bastante históricos com muitos relatos antigos, numa leitura maçante. Eu que não me prendo fácil a muitas coisas tem sido difícil segurar minha atenção nesses dois.
Já o outro, "As obras-primas que poucos leram" foi uma achado na biblioteca, foi bem ao acaso que o peguei e como eu estava levando aquele livro enorme (sobre a transamazônica) achei que seria interessente levar esse outro, já que eu poderia me enjoar desse último - o que de fato acontece.
A CABANA
É um livro escrito por um teólogo. Falando de forma simplória, é uma história de um milagre que ocorre com um homem (Pai e esposo) e JESUS CRISTO, DEUS e o ESPÍRITO SANTO. Essas três figuras sagradas se mostram a esse homem de maneira mágica e num lugar inesperado, já que foi onde ocorreu a maior barbaridade de sua vida. Durante seu desenvolvimento fiquei um pouco entediada certas vezes, pois muito do que é dito, é dito, repetido, reafirmado, dito mais uma vez e de novo falado só pra confirmar. Ou seja muitos capítulos se repetem e certas vezes aquilo entrava na minha cabeça como papo furado. No fim das contas eu já estava me acostumando com DEUS de um jeito bondoso e sem imagem, pois imaginá-lo como mulher ou um velhinho já me parecia muito limitado, até hoje não imagino ele nem mesmo humano. Não o imagino, apenas converso com ele, nunca o vejo.
Sobre o espírito santo, foi a figura que me parece mais simpática naquele imaginário criado pelo escritor. Mas na minha vida, ainda não consigui distinguir os três, nem mesmo dois.
Sobre JESUS CRISTO, bem, não engoli muito sua imagem no livro. Continuo sem entender muito bem quem foi esse cara, mas um dia isso se resolve, estou fazendo a leitura da bíblia. Saindo do imaginário que adquiri com o livro, tenho certeza de que algo na minha fé tenha crescido, estou mais tolerante com os acontecimentos que me fogem do controle. Um dia próximo do fim da leitura desse livro, foi que aconteceu A GRANDE ALEGRIA, um milagre em minha vida.
Essa história ficou em outro post, pois esse post já estava enorme e mudava de cenoura para batata, portanto quem quiser saber sobre o milagre leiam: "De como a Hippie chegou em minha vida".
E sobre as outras leituras, fica para um próximo post. Mas com certeza ainda escreverei sobre "As Brumas de Avalon".
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