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Mostrando postagens de setembro, 2010

Não querendo

Domingo, 22 horas. Monografia parece um mestrado, não sei o que estou fazendo e não sei onde vou chegar. Não quero atender o telefone que toca, pode ser o chato que conheci semana passada. MSN pisca, não quero conversar, não quero mais aquele rapaz que sai vez ou outra. Mensagem chega, é o moço que admirei e perdi o interesse. Saio da tela de normas, paro de olhar os manuscritos com modelos do meu professor. Ligo o youtube e procuro por Norah Jones, a gente se comunica ela me conta sobre piratas e eu adoro, que alívio poder ouvi-la. Amanhã é segunda e continuarei a caminhada. Não quero continuar no meio do deserto, andando sem parar... não quero!

Literaturiando: As intermitências da morte

Planos inacabados, paixões mal-resolvidas, voltei ao Saramago e dessa vez mais levemente. Seguindo o ritmo da filosofia sobre o absurdo fui de "As intermitências da morte" após o longo período de abstinência seguido do caos branco, a cegueira que me pertubou e incentivou. Eu que sou pessoa de poucos aprofundamentos, pessoa de supercialidade extrema, me considero admiradora do Saramago mesmo tendo lido apenas o "Ensaio sobre a cegueira" até o final e de ter ido em uma conferência que ele fez um pouco depois do lançamento desse, onde conheci a dona morte, que não sendo a Morte, é um tanto mais agradável. Na verdade, lembro-me de ter ficado deslumbrada com Saramago naquele primeiro momento, e lembro-me de ter iniciado na "Caverna", "O conto da ilha desconhecida", "O evangélio segundo Jesus Cristo" e ainda "Memorial do Convento", mas realmente não me lembro da história de nenhum e me frusto por isso. E deixando um pouco de rode...