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Mostrando postagens de janeiro, 2015

IDA

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Quando a tia disse "você é judia" logo pensei: putz! Mais um filme sobre o holocausto! Mas logo logo o filme nos convence com toda sua vagareza, todo seu silêncio, o clima e a melancolia de que essa uma ferida prestes a se abrir e apesar do plano de fundo, não é mais um filme sobre o terrível episódio histórico do holocausto. É um filme sobre uma noviça que não apenas não conhece nada sobre as dores e delícias do mundo mas também não conhece nada sobre sua origem e toda dor de sua história. Sobre a possibilidade que lhe foi permitida de conhecer e sobre o que ela escolheria pra si antes de confirmar os votos para se tornar uma freira. O roteiro amarrou muito bem a história, pois ela em seu conhecimento ínfimo sobre fazer escolhas não poderia despertar repentinamente o desejo de viver além do convento, já que ali vivia bem. Eu sempre disse isso sobre minha hamster chines que só conhecia sua gaiolinha e o que dávamos a ela para comer. A ignorância é chave da felicidade. Então j...

Um fds em Sampa

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Se há um lugar para revisitar várias e várias vezes nesse Brasil varonil é a cidadr de São Paulo, ou Sampa, para os mais íntimos. Esse fim de semana resolvi aproveitar o retorno da viagem de trabalho à Cubatão e a disposição das sensacionais companhias de algumas das mulheres de minha vida e fiquei para um mini tour gastronomico e cultural por sampa.  Sexta-Feira Restaurante Bicol: comemos uma carne sensacional que é cozida na mesa, o nome do prato não me lembro pois era uma coisa esquisita de coreano, mas era carne bovina adocicada. O restaurante fica no bairro Aclimação que é o reduti dos coreanos na cidade, o que explica termos nos sentido estrangeiras no salão de olhinhos puxados. A carne vem com potinhos de acompanhamentos todos bem diferentes: batata marinada agridoce, kinchi (conserva de acelga na pasta de pimenta), broti de feijão, abobrinha com molho apimentadinho, um omeletezinho de alho poró, tofu grelhado e arroz. Pedimos tbm soju, que é uma bebida tipo vodka feita...

O amor nos tempos do cólera e da internet

Acontece que as mulheres nesse livro do Gabo não são as que sofrem por amor, esse papel é tão tomado por Florentino Ariza que pouco sobra de amor às mulheres. As mulheres assumem um papel de àvidas pela liberdade e pelo amor próprio e chega a justificar o caráter "galinha" do nosso sofredor principal como o excesso de amor platônico que o acompanha por toda sua vida. Parei pra pensar sobre mim, essa minha impressão de desapego não seria exatamente o oposto do sou? É dificil pra mim desapegar das pessoas e creio que cntinuarei com essa sina até o meus ultimos dias de vida, viverei sempre de passado e desejo de reencontrá-lo. Perdi o contato do meu primeiro beijo, afinal àquela epoca ainda nao era marcada pelas redes socias. Meu primeiro pinto tambem me lembro, não foi minha primeira transa mas ainda não esqueço. Minha primeira transa é viva, hoje não costumo suspirar mais os desejos, mas tenho ainda algum sentimento. Já o primeiro namorado é a ferida mais aberta e recente. Cre...