O amor nos tempos do cólera e da internet

Acontece que as mulheres nesse livro do Gabo não são as que sofrem por amor, esse papel é tão tomado por Florentino Ariza que pouco sobra de amor às mulheres. As mulheres assumem um papel de àvidas pela liberdade e pelo amor próprio e chega a justificar o caráter "galinha" do nosso sofredor principal como o excesso de amor platônico que o acompanha por toda sua vida. Parei pra pensar sobre mim, essa minha impressão de desapego não seria exatamente o oposto do sou? É dificil pra mim desapegar das pessoas e creio que cntinuarei com essa sina até o meus ultimos dias de vida, viverei sempre de passado e desejo de reencontrá-lo. Perdi o contato do meu primeiro beijo, afinal àquela epoca ainda nao era marcada pelas redes socias. Meu primeiro pinto tambem me lembro, não foi minha primeira transa mas ainda não esqueço. Minha primeira transa é viva, hoje não costumo suspirar mais os desejos, mas tenho ainda algum sentimento. Já o primeiro namorado é a ferida mais aberta e recente. Creio que essa nunca será realmente fechada, tenho me lembrado dele em sonhos e isso é complicado pous lembro-me dos sonhos volta e meia durante o dia. Tentei por diversas vezes fechar a ferida, acreditando que um ultimo olhar, um ultimo abraço seria melhor, mas ele não pensou assim e fiquei sozinha com minha ferida e ele nenhum arranhão. Não me comparo ao Florentino de forma alguma, não sou fiel ao meu primeiro amor e diferentemente dele não me empresto aos amres de cama com facilidade. E tendo em vista a sofrência de nosso personagem de cama concluímos que amr de cama nenhum supera um amor de verdade. Evitava pensar que amei e amei sozinha meu ultimo homem, hoje não sei o que me impede de amar de novo, amores de cama não estão me atendendo. Minha diferença com Florentino é que ao contrario dele, quero ter um novo amor e não recuperar aquele que perdi. 

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