Postagens

Mostrando postagens de 2010

Desordem

"Alguma coisa está fora da ordem..." Eu pus a ordem de ponta cabeça, ela pendurou, balangou e caiu. Sinceramente, não sei por onde anda... fugiu.

Não querendo

Domingo, 22 horas. Monografia parece um mestrado, não sei o que estou fazendo e não sei onde vou chegar. Não quero atender o telefone que toca, pode ser o chato que conheci semana passada. MSN pisca, não quero conversar, não quero mais aquele rapaz que sai vez ou outra. Mensagem chega, é o moço que admirei e perdi o interesse. Saio da tela de normas, paro de olhar os manuscritos com modelos do meu professor. Ligo o youtube e procuro por Norah Jones, a gente se comunica ela me conta sobre piratas e eu adoro, que alívio poder ouvi-la. Amanhã é segunda e continuarei a caminhada. Não quero continuar no meio do deserto, andando sem parar... não quero!

Literaturiando: As intermitências da morte

Planos inacabados, paixões mal-resolvidas, voltei ao Saramago e dessa vez mais levemente. Seguindo o ritmo da filosofia sobre o absurdo fui de "As intermitências da morte" após o longo período de abstinência seguido do caos branco, a cegueira que me pertubou e incentivou. Eu que sou pessoa de poucos aprofundamentos, pessoa de supercialidade extrema, me considero admiradora do Saramago mesmo tendo lido apenas o "Ensaio sobre a cegueira" até o final e de ter ido em uma conferência que ele fez um pouco depois do lançamento desse, onde conheci a dona morte, que não sendo a Morte, é um tanto mais agradável. Na verdade, lembro-me de ter ficado deslumbrada com Saramago naquele primeiro momento, e lembro-me de ter iniciado na "Caverna", "O conto da ilha desconhecida", "O evangélio segundo Jesus Cristo" e ainda "Memorial do Convento", mas realmente não me lembro da história de nenhum e me frusto por isso. E deixando um pouco de rode...

Literário: O Delicado Abismo da Loucura

Estou em momentos de descobertas, procuro novos músicos, novas pessoas, novas tarefas... e por que não novos autores? Andando pela biblioteca resolvi julgar livros pela capa e pegar no escuro gostando apenas do título, foi assim que conheci o autor Raimundo Carrero, com o livro O Delicado Abismo da Loucura. A capa era bonita e o título interessante (apesar de controvérsias de um certo holandês). Procurei pela internet críticas sobre o livro, informações sobre o autor, Raimundo Carrero é pernambucano e tem portanto tem aquele sotaque que funciona como ímã para mim, é incrível o quanto gosto de ouvir pernambucando fraseando literatura. Vai chover! É fato e é exato, realidade irrefutável que não podemos seja quem for fugir dela, vai chover. Assim como a loucura, não tem homem que anda por aí e não se depara com esse abismo que distancia o homem daquilo que alguma vez procurou alcançar, um abismo a loucura. Vou e volto, assim como Carrero em "A História de Bernarda Soledade"...

Eu sou montanha russa

Vai e vem nos pensamentos. De manhã beirando o abismo da loucura, poucos afazeres De noite, horas corridas, muitas pessoas, Bambus, Guims e afins, A empolgação retorna. Sou da correria, a calmaria me entedia O atôa me satura e eu me perco Será que encontrei a chave? Vamos ver como acordo no dia seguinte...

Triste fim de uma quarta bonita

O dia começou bem, mas terminou em caos. Corri atrás, procurei, pedi. Conheci um cara interessante. Mas na volta, em casa, tudo acabou, o mundo caiu. Não estou bem, fui massacrada, humilhada, desnorteada, sou pedaços, e nem pena sinto mais.

Sobre a mensagem para o J.

Agora é de vez. Ele uma hora dessas já desistiu de entender, ou de fingir que não entendeu. Sei lá o que se passa naquela cuca. Mas a minha já deu, já compreendi e engoli. Não consigo conviver com sua indiferença. A verdade é que gosto dele, gosto de conversar com ele e de saber o que tem feito, não suporto ser ignorada por ele. Milhares de vezes matutei se era exagero meu, se eu estava mesmo levando as coisas para o outro lado, se eu tinha ciúmes, se inventei uma relação que não existia, mas não cheguei a respostas, talvez toda essa raiva que sinto quando ele me ignora seja mesmo sintoma de paixonite platônica. Mas já tentei abdicar do sintoma e assumir amizade pura, ele não aceitou, não era amizade também. Éramos apenas "brother". Tentei aceitar, mas mais uma vez: a indiferança. Se para ele ser "brother" é ser indiferente e estar tudo bem, então eu desisto, com isso sofro e me questiono sobre tudo mais uma vez (a questão toda dos exageros). Resolvi me igualar, per...

Fim do (quase) último semestre.

Neste momento fim do último trabalho do semestre! Eu nunca quis tanto as férias como agora, e agora as tenho!!! Hoje é um dia feliz, deixo registrado! Semestre puxado, apertado e ingrato. Mas fiz minha parte e não me arrependo da correria! Tarefa cumprida, 11 matérias concluídas! Pode ser sim que em uma delas eu não tenha me saído bem, mas não me reprimo fiz o que estava ao meu alcance, e nada foi em vão. Agora verdades sejam ditas, nesse semestre nem vivi não! Mas nem por isso deixei de aprender... cresci tropeçando em minhas confianças, cresci gostando mais dos verdadeiros amigos, cresci reconhecendo esses. Fui eu na minha e me assumi. Me reconheci, me questionei, me deprimi, me alegrei, mudei, voltei, pensei, nem dancei, sonhei, beijei não, a não, até beijei, mas nem transei. Como disse, nem vivi, mas aprendi, por incrível que pareça. Agora se inicia uma nova etapa da minha vida, hora de grandes escolhas, de especialização, de monografar, a partir de hoje praticamente termino a ...

Declaração de personalidade

Assumo eu, assino em baixo: Meu perfil não é dar dinheiro para as empresas, não é ganhar por ganhar, esse caminho me frustraria, seria eu feliz no meio do nada, com livros pra me dar conhecimento e me deixar triste de não viver até mesmo na pobreza e miséria de personagens mas que teriam a riqueza de espirito? Assumo eu, sou assim não. Sou assim de valorizar o ser, de querer melhorar no íntimo e não na superfície. Sou assim de não ficar bem com o mercado, não ter felicidade real no dinheiro pelo dinheiro. Sou de sensibilizar com a situação, sou de valorizar o improviso, de gostar do alternativo. Sou do alternativo, do alternativo belo, não vamos confundir. Sou de querer ter o pouquinho, mas o pouquinho que faz bem. De ter meu escritorinho, de ter minha casinha, de ter minha fazendinha, de ter meus carneirinhos... de ter? Nem não é... ou seja nem sou de espirito pobre do todo, quero ter alguma coisa, sou nem hippie não. Mas sou de música, não sou de muita gente. Um som e um livr...

Os ques das vidas

Que felicidade é a vida das pulgas, o pula-pula, o chupa-chupa, o oba-oba. Que sofrimento é a vida dos peixes, suas vozes abafadas pela água, a morte pela boca. Que luxo é a vida dos gatos, a mansidão, o domínio, o poder. Que submissão é a vida dos cães, o abano do rabo, o abaixar da cabeça, o sentar para comer. Que safadeza é a vida dos carneiros, o come e bebe, o fode dia inteiro e os aplausos pro macho. ... Que incerteza é a vida do homem, a felicidade, o sofrimento, o luxo, a submissão, a safadeza. Quero nem ser homem mais.

Redeclaração

Por que você tem estado tão triste assim? Sabe que te amo... Quanto te falo isso, parece não acreditar, acha que sou vazia, que falo da boca para fora, que nada em mim é verdade. Mas é mentira! Se precisar repito, Te desminto e digo Que te amo... Meu tempo já pedi... Quero ficar em mim só mais um pouquinho, Nessa tarde de domingo... Mas nem por isso se afaste, Te amo de verdade E falo por mim... Fique por aqui pois já volto. É só mais um pouquinho, Nessa parte do caminho.

Tempos assim...

Em tempos frios, o que se faz é evitar falar Não falar, não escrever, não sentir, Em tempos assim a tendência é permanecer, Hibernar. Permaneci mas pensei, pensei em algo assim... do tipo ideal E conclui Conclui que o melhor era não pensar, não sentir, O melhor era terminar. Mas não terminei. Afinal, ideal é irreal Real é continuar, não hibernar, sentir, falar E viver.

Num momento de decadência

É difícil se levantar de uma queda em que você mesma se derruba, não é um obstáculo que o destino colocou em sua vida, foi você mesma quem o fez. Essa semana aconteceu isso, fui cavando minha cova para mirar diretamente para o buraco e pular de ponta. Como saí? Ainda não saí, o máximo que consegui foi colocar os bracinhos para fora, mas meu orgulho é grande o suficiente para não usar da minha voz e minhas lágrimas para gritar para alguém por perto me socorrer. Por dentro dói, e dói muito, por fora... bem por fora sou uma casca, rígida e inquebrável, aparentemente. Meus pensamentos estão me dominando tanto que fui criando caminhos e uma vida inteira que não existe, acreditava que pessoas me entendiam perfeitamente sem eu sequer falar uma palavra, mas na verdade, não entendiam, tudo o que eu fazia ou escrevia era para mim uma imagem enquanto para o outro era algo completamente diferente. Quem estava certo? Provavelmente ele, não me fiz entender e não me importei com a tralha toda que...

Aguarde, só um pouquinho.

Eu sempre fui ficando mais um pouquinho, querendo ver se tem algo mais pra me acrescentar aquela parte do caminho, Hoje, uma tarde de domingo, e fui ficando mais um pouquinho Não te atendi pois não quero te perder, Você não vai me entender assim, eu sei, Mas acredite em mim e fique mais um pouquinho, Nesta tarde de domingo... Me espere em seu caminho, fui ficando mas já estou saindo, Era só mais um pouquinho.

Situações diárias, nada para acrescentar

Só para registriar: Não consigo encontrar em lugar nenhum o CD da Euterpe, simplesmente em Belo Horizonte não acha!!! Estou em crise de abstinência, quero sempre ouvir e não tenho como baixar da internet, não tem como comprar, assim fica difícil de sobreviver! Na minha listinha de compras está: -CD da Euterpe; -CD do graveola; -CD do Karina Buhr (desse eu contentaria apenas com a gravação da música "eu menti pra você") -CDs da CEU (só para entrar na coleção, é o tipo de música que você quer ter o CD não é mesmo?)

Por que hoje é sábado!

Rebelei-me contra o sistema, saindo de uma prova ordinária que começou às 7h10 da manhã de um sábado não consegui segurar meu desconforto diante dessa vida injuriada de estudos em que estou sendo resumida. Já deu, já basta, não tô ligando... essas foram as frases que me vieram assim que peguei o carro e saí do estacionamento da escola. Ao chegar em casa neguei todos meus "afazeres" obrigatórios, quem os define como tal sou eu, não é mesmo? Então sendo sábado e como já dizia meu Poeta Vinícius, por que amanhã é domingo, hoje farei afazeres de sábado, como aqueles de sua poesia, simplesmente por que é SÁBADO! Primeiramente um passeio com as cachorras! Que satisfação! As bichinhas estavam tão sedentas por uma caminhadinha pelo bairro que não andavam, pulavam! Compramos vários tipos de ração e voltamos para casa, dia de degustação, elas escolherão a ração do mês! Com todo cuidado reservamos cada ração em um pratinho diferente e ficou óbvio a preferência e a raiz dessas nossas cac...

Meus novos vícios

Um dia me realizo com uma forma de granizo e chovo aqui nesse chão, você dirá: "O que foi isso?" Sem saber que foi feitiço que pôs no meu coração, Que adianta metamorfose, Que você ria ou que goze Esta paixão que me entorta... Contra meu jeito de chuva, pode pôr capa, pôr luva, Pôr três chaves na porta Por mais que você me evite, que estabeleça um limite, um modo de me afastar... Eu sou chuva eu sou vento, estou no seu pensamento Vivo no teu respirar... Eu sou chuva eu sou vento, estou no seu pensamento Vivo no teu respirar... Eu sou uma pessoa má Eu menti pra você Eu sou uma pessoa má Eu menti pra você Você não podia esperar ouvir uma mentira de mim que pena, não sou o que você quer de mim Se você tiver que escolher entre você e o seu amor você escolhe quem, você escolhe quem? Se você tiver que escolher entre você e o seu amor Your love, your love, your love Talvez o tempo possa me livrar da culpa que eu não sei se vem de mim ou da cruz ...de Jesus Mas eu tenho ainda um gran...

O novo versus o bom

Porque essa resistência do que é novo? Tem gente que olha o novo e diz que não gosta, não gosta por que não conhece... eu não entendo esse raciocínio lógico de alguns que pra mim não é nada coerente. Segundo alguns, pra que mudar o que dá certo? Concordo, pra que mudar o que é bom? Mas pra que se privar de novas experiências só por que já se conhece o bom? Eu por mim mesma prefiro a comparação, não tomo algo como bom e me dou por satisfeita, eu quero é poder comparar: isso é bom, muito bom... mas será que tem melhor? E fazendo isso a gente vai definindo. Mas dia desses me peguei pensando... até quando irei experimentar? Na minha vida sempre faltou definições, que vão muito além da comida... foi a vida inteira. Estarei eu perdendo tempo na experimentações sendo que poderia estar aproveitando o que já sei que é bom? Onde está o limite? Tudo começou com a comida... minha vida sempre começa na comida, um dia ainda precisarei de um regime... então começou com uma viagem, uma amiga que é meu...

Cinema em casa

Fim de semana foi passando e chegamos onde estamos, nada a reclamar ou bem dizer. Até agora nada de estudos ou bebedeiras. Mas muitos filmes, quatro é um bocado!! Tentei "vareiar" os gêneros como diziam meus funcionários, tinha a intenção de alugar uma comédia, um drama (adoro), um de ação, talvez um gostei de todos, muito interessantes. Três deles ainda me deixam a fazer retrospectivas, o outro não conta, foi uma comediazinha romântica, vamo lá se fazer enterder em ordem de acesso: A Proposta - a comediazinha romântica (por que não fujo da realidade, sou sim mulherzinha de rótulos) Desse não tem muito o que dizer, é uma comediazinha romântica, daquelas que a gente sabe desde o início em como tudo vai acabar. Mas é bom assistir e querendo ou não, nós mulherzinhas no fundo no fundo nos imaginamos com o galã do filme, eu volta e meia suspirava por aquele lá, que homem viu! Mas enfim, crítica é crítica e tem que ter um resumo: A mulher é uma chata que trabalha como editora numa...

O moço do sorriso bonito

Te vi nas minhas lentes, e mesmo embaçadas dava pra te inver, ou pensei que dava. De longe, ao longe, no longe, olhou pra mim, deu um sorriso bonito... ah menino bonito. Faço eu o que agora, olhar e só ver você ali ao centro e todo mundo ao redor, feito algum quadro de Monet. A gente ao som de um dos melhores da atualidade que nos conta do último por do sol. Você pode até não saber, mas a gente esteve no mar, na areia e ouvimos a concha e no dia em que ocê foi embora eu fiquei lembrando de nós dois. Veja só, eu ali lembrando de tudo o que a gente ainda não viveu e você sem saber dos filmes que se passavam em minha cabeça em flashes na velocidade da luz, só levanta mais uma vez os olhos e dá aquele sorriso lindo e branco, como se aprovando tudo o que eu acabava de sugerir em pensamento. Se foi o destino ou o acaso eu não sei, mas seja o que for, só está começando.

Sob o viaduto

A praça em apuros, eu sem destino, a música cadê? Cheguei lá e vi meu oposto, densidade alta de outros, outros por que não eus, os eus cadê? Viaduto feliz. Eus tavam lá e mim passou a estar, música, cores e pessoas, todos no viaduto, sob ele. Sobre ele carros, carros a procura de destinos e os eus já lá. Olhando assim, sem precisar virar a cabeça e analisar, bastando dizer na lata: do viaduto eu gosto e passei a gostar, lembra-me viramundo e todos os simpáticos moradores, olhando assim, são simpáticos. Queria eu que todos os moradores fossem viramundos e todos os dias fosse dias de graveola, sob o viaduto. Mas acordo, pego a bicicleta e meu caderno de construções especiais, a realidade é construir viadutos para os carros, não para sob eles e graveolas. Contradição é minha sina!

Segunda quinzena de março, a gente vai levando

Março, já está no final, é hora de se encontrar, pra viver mil vezes mais... sei que a letra não é essa, mas adaptações é uma forma criativa de se iniciar um texto, acreditem se quiser. Fim de semana bacana, com direito a cervejada de faculdade, colação de grau da mais véia e uma baita feijoada hoje. Eu não me considero uma pessoa exagerada sabe, mas tem horas que admito, eu extrapolo, geralmente isso acontece no horário que beira às 13 horas. Chegando à noite bate aquele arrependimento, aquela vontade de voltar atrás, mas como tudo na vida, foi bom enquanto durou e não se chora mais o leite derramado ou a feijoada comida... e assim vou tocando a vida no tocante da avenida. Meu eu poético está aflorado. Poesias e filosofias de botequim, regadas a cervejinha, violão, pandeiro e meu instrumento de percussão. Eu deveria beber todo dia, assim eu viraria uma ótima musicista, é incrível como eu canto bem sobre o efeito do divino álcool, se o mundo me visse eu estaria barbatrucando nos palcos...

Conselhos, vai um aí?

Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia... quem nunca ouviu isso? Quem nunca falou isso? Mas cá pra nós quem também nunca deu um conselho?? Sempre tentei evitar ao máximo falar meus conselhos e sabe por que?? Eu realmente acredito neles, mas eu mesma não os sigo. Ok, estou generalizando, vai de cada um, mas quando se trata de relacionamentos... putz... faz tempo que não dou pitaco. Hoje foi inevitável, é nossa tendência natural falar sobre o que não sabemos (ou será só minha?), eu sou cheia de teorias e teorias, parei de falá-las, mas hoje meu conselho é prático, sei disso. Pense logicamente, se você está só não vai se decepcionar com o outro, de acordo? Simples assim! Se alguém te fez sofrer uma vez, duas, três, bom, então já deu né? Sofrimento demais é tortura, melhor estar só. Agora uma coisa eu não falo: existe um milhão de pessoas mais interessantes aí fora, isso não sai da minha boca enquanto eu não encontrar um... é, isso não sai.

Eu garçonete

Agora estou atrás do que sempre quis, chega de falar que quero uma moto, vou ter uma... ainda não sei como, mas terei. O primeiro passo foi tomado, iniciei o processo de inclusão na carteira. Já fiz minha primeira aula!!! Com que dinheiro? Bem, isso é uma boa história. Agora sirvo... sirvo pessoas, minha profissão: garçonete. Já se foram dois fins de semana de trabalho, exercícios de paciência e submissão. É dizer pois não, em que posso ajudar, sim, me desculpe, o senhor está certo (mesmo não estando), aguentar a cara ruim do chefe e ficar 8 horas intermináveis de pé. Já falei: ser engenheira é mais fácil! O trabalho em si não é tão ruim, mas é difícil lidar com seus colegas, muitas vezes seus adversários. É difícil engolir o salário que se paga e ainda ouvir dos colegas que é um salário muito bom, não, sem comissão não é! É difícil ver os funcionários aguentarem calados as horas extras sem receber e a comissão de 5% "pra casa", que deveria ir ao funcionário. Aguentar sempre ...

2010 já começou!

Primeiro post do ano! Caraca! Como demorei pra escrever!! Bem, não estou necessariamente enrolada, acontece que a gente que usa blog assim para nada e chegar a lugar algum, não precisamos de rotina, apenas a necessidade de falar ou a falta do que fazer. Hoje, estou mais pra necessidade. Coisas pra fazer estou aos montes, inclusive esse post está paralelo a um certo relatório... mas não é disso que quero falar. Acabo de voltar de uma semana de férias, total e absoluta, eu estava tão de férias, que era só eu lembrar da minha agenda bonitinha que ela já se apagava e sem eu fazer quaquer esforço, sumia! Acho que todo ser humano deveria ter condições financeiras e de tempo para poder fazer uma viagem dessa pelo menos 4 vezes por semestre. É necessário! Qualidade de vida é o nome disso! Venho com algumas mudanças, não físicas, quemei um pokito, mas nada demais, as mudanças foram de pensamentos (eles, sempre eles!). Não que eu tenha mudado da viagem, mas de todas essas férias que já estou, do...