Declaração de personalidade
Assumo eu, assino em baixo:
Meu perfil não é dar dinheiro para as empresas, não é ganhar por ganhar, esse caminho me frustraria, seria eu feliz no meio do nada, com livros pra me dar conhecimento e me deixar triste de não viver até mesmo na pobreza e miséria de personagens mas que teriam a riqueza de espirito? Assumo eu, sou assim não.
Sou assim de valorizar o ser, de querer melhorar no íntimo e não na superfície. Sou assim de não ficar bem com o mercado, não ter felicidade real no dinheiro pelo dinheiro. Sou de sensibilizar com a situação, sou de valorizar o improviso, de gostar do alternativo. Sou do alternativo, do alternativo belo, não vamos confundir.
Sou de querer ter o pouquinho, mas o pouquinho que faz bem. De ter meu escritorinho, de ter minha casinha, de ter minha fazendinha, de ter meus carneirinhos... de ter? Nem não é... ou seja nem sou de espirito pobre do todo, quero ter alguma coisa, sou nem hippie não. Mas sou de música, não sou de muita gente. Um som e um livro, uma palavra bonita, um obrigado... sou disso. E percebo isso no final. Se foi-se o tempo? Nem foi não.
Sempre me incomodei, me diferenciei, me pertubei com a cabeça dos colegas, mas nunca assumi, hoje digo, nasci para ganhar dinheiro não, nasci foi pra viver, pra sambar, pra dançar, pra ouvir, pra falar só o necessário, pra ser várias.
Hoje assumo o que tive medo a vida inteira: não serei o que nunca fui, não vai ser amanhã, não tenho competência para ser máquina, não o suficiente.
Vou andar para esse rumo com a tranquilidade que fechar a outra porta não foi coisa ruim, do que adianta dinheiro sem felicidade? Se tem gente feliz com aquilo, claro que tem. Mas meu perfil não é aquele não, não adianta bater a cabeça nessa história.
Sou perdida mais não, sou achada e bem achada, sou da vida e não do dinheiro.
Assinado: Eu.
Meu perfil não é dar dinheiro para as empresas, não é ganhar por ganhar, esse caminho me frustraria, seria eu feliz no meio do nada, com livros pra me dar conhecimento e me deixar triste de não viver até mesmo na pobreza e miséria de personagens mas que teriam a riqueza de espirito? Assumo eu, sou assim não.
Sou assim de valorizar o ser, de querer melhorar no íntimo e não na superfície. Sou assim de não ficar bem com o mercado, não ter felicidade real no dinheiro pelo dinheiro. Sou de sensibilizar com a situação, sou de valorizar o improviso, de gostar do alternativo. Sou do alternativo, do alternativo belo, não vamos confundir.
Sou de querer ter o pouquinho, mas o pouquinho que faz bem. De ter meu escritorinho, de ter minha casinha, de ter minha fazendinha, de ter meus carneirinhos... de ter? Nem não é... ou seja nem sou de espirito pobre do todo, quero ter alguma coisa, sou nem hippie não. Mas sou de música, não sou de muita gente. Um som e um livro, uma palavra bonita, um obrigado... sou disso. E percebo isso no final. Se foi-se o tempo? Nem foi não.
Sempre me incomodei, me diferenciei, me pertubei com a cabeça dos colegas, mas nunca assumi, hoje digo, nasci para ganhar dinheiro não, nasci foi pra viver, pra sambar, pra dançar, pra ouvir, pra falar só o necessário, pra ser várias.
Hoje assumo o que tive medo a vida inteira: não serei o que nunca fui, não vai ser amanhã, não tenho competência para ser máquina, não o suficiente.
Vou andar para esse rumo com a tranquilidade que fechar a outra porta não foi coisa ruim, do que adianta dinheiro sem felicidade? Se tem gente feliz com aquilo, claro que tem. Mas meu perfil não é aquele não, não adianta bater a cabeça nessa história.
Sou perdida mais não, sou achada e bem achada, sou da vida e não do dinheiro.
Assinado: Eu.
Comentários