segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O príncipe que virou sapo

Estava tudo fofo, bonitinho e certinho. Até que chegou o carnaval. Fiquei longe dele e nem liguei com o fato de ele ir ao Rio de Janeiro e eu para Belo Horizonte, cidades completamente opostas no quesito carnaval. Não tinha ligado, de verdade, mas fui acampar, e acampando refleti. Refleti que fui solteira a vida inteira e que não preciso de um homem para me fazer feliz, não que eu não queira, mas não preciso. E preciso muito menos de um homem que ao se afastar me esquece. Nenhuma mensagem, nenhum telefonema, nem um sinal. O carnaval está bom. Não que o meu não estivesse, mas não gosto de expectativas, na verdade gosto, mas não gosto de frustrar com elas. Eu não estava esperando nada, mas comecei a refletir e conclui que na verdade eu deveria sim esperar algo, se ele me valoriza deveria ter medo de me perder e se tivesse medo de me perder, marcaria território. Mas isso não aconteceu então pelo raciocínio lógico não me valoriza. É o famoso bom moço. E não estou em idade nem em nível de ser enganada por bom moços, não sou romantiquinha e não sou Amélia. Sou livre e sempre serei até que um homem realmente me valorize e seja merecedor do meu carinho.
Ele não me mostrou isso então serei forte e também não darei a ele o que quer, curtição.

0 Minhoquinhas: