Nova temporada
E lá vou eu de novo com fome de música. Graveola toca no rádio digital e eu viro a noite querendo escrever pensamentos que tenho e que quero ter. Pensamentos esses que tive até mais cedo e que aaaa... faz tão bem. Mas não consigo colocar no papel, ou melhor na tela branca desse computador.
Penso em férias e penso nos Ipês a serem plantados. Penso no trabalho logo mais e na matéria a estudar. Volto a pensar que bom mesmo é não ter nada a que pensar. Mas me lembro como é bom pensar em algo que te faz bem... tô ligada no som, queria tirar um. Lembro do viaduto, parece que estou sonhando, escrevendo no sonho. Está tudo desconexo, não faço ligação e uso muita pontuação. Oposição à Saramago... que também escreve a cegueira. Eu não, não é também, não é cegueira branca nem preta... acho mesmo que é sonho. Sonho porque é bom, né ruim lembrar das lembranças lembradas a pouco. Ela decidiu que não iria mais correr atrás do que não estava dando resultado. Resolveu jogar e resolveu voltar atrás. Saiu feliz... é! Era isso mesmo que queria... liberdade. Quer mesmo é ser feliz... quer se libertar das redes sociais e das expectativas frustradas. Para se libertar de expectativas é preciso se libertar daqueles desejos. E continua desconexo mas tá gostoso. Oásis.
A gente finge não sacar, mas recebemos um recado diário: o sol voltou a nascer. Que clichê. Mas é fato, ele volta toooodo santo dia e a cada dia é uma novidade. Mas viver querendo que cada dia seja melhor do que o dia anterior é receita de infelicidade... não dá para colocar tanta meta assim né.
Ai que as férias me esperam, diazinhos inteirinhos para mim! É dia demais da conta mas se deixar escorre pelas mãos... quero não isso. Hoje está declarada a nova temporada de pensamentos... ladeira da coragem todo dia... se for fuçar leva tapa... a cada ação que não faz bem é tapa na cara e levanta que tem mais.
Pronto... sem condensar e vontade taí para quem quiser entender.
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