Fim de partida x Into the wild
Desafio lançado, desafio realizado! Uma semana sem redes sociais e yes! We can!!! E o resultado foi muito melhor do que o esperado, fiquei até com preguiça de entrar no dia programado.
Nesse momento a hora grita: vai dormir!!! Ou então volta para assistir INTO THE WILD... sim, só agora estou assistindo esse filme. Clássico da minha geração. Faltam meia hora, mas bateu uma pontada de consciência... melhor terminar amanhã, Netflix ajuda, já deixa avisando o que vc deve continuar a ver.
Fim de semana também foi de Beckett. Aflitivo. Essa é a palavra. Diálogos para passar o tempo, pensamentos sem propósitos, falta de esperança no fim, o meio é a melhor parte? E a vontade de chegar logo o fim? Como viver e como sobreviver sem um horizonte? Em Into the wild o Chris tem claramente um horizonte: chegar no Alaska, nossos personagens de Beckett não tem nem esperança nem mais desejos. São marcados pela restrição, pela falta, pela incapacidade. Chris não, esbanja habilidades, se desfaz de uma sociedade ali presente para viver seu mundo, ou melhor nosso mundo in natura, sem humanos. Em Beckett essa realidade foi imposta, não há para onde correr, de um lado a terra, do outro o mar... mas tudo está cinza. E eu? Onde estou nisso tudo? Fujo das redes sociais, mas amanhã estarei batendo ponto conforme as convenções da sociedade. Tô indo para onde? Qual meu meio? Pra se ter meio, deve ser ter um fim.... que não sei quando nem onde. Sobreviver conforme os personagens de Beckett numa rotina sem grandes novidades ou fazer as coisas acontecerem por uma próposito criado apenas em sua cabeça, andando em lado independente ao que a sociedade impõe? Claro que não são as duas únicas opções.
Nesse momento aho que o melhor mesmo é dormir
Nesse momento a hora grita: vai dormir!!! Ou então volta para assistir INTO THE WILD... sim, só agora estou assistindo esse filme. Clássico da minha geração. Faltam meia hora, mas bateu uma pontada de consciência... melhor terminar amanhã, Netflix ajuda, já deixa avisando o que vc deve continuar a ver.
Fim de semana também foi de Beckett. Aflitivo. Essa é a palavra. Diálogos para passar o tempo, pensamentos sem propósitos, falta de esperança no fim, o meio é a melhor parte? E a vontade de chegar logo o fim? Como viver e como sobreviver sem um horizonte? Em Into the wild o Chris tem claramente um horizonte: chegar no Alaska, nossos personagens de Beckett não tem nem esperança nem mais desejos. São marcados pela restrição, pela falta, pela incapacidade. Chris não, esbanja habilidades, se desfaz de uma sociedade ali presente para viver seu mundo, ou melhor nosso mundo in natura, sem humanos. Em Beckett essa realidade foi imposta, não há para onde correr, de um lado a terra, do outro o mar... mas tudo está cinza. E eu? Onde estou nisso tudo? Fujo das redes sociais, mas amanhã estarei batendo ponto conforme as convenções da sociedade. Tô indo para onde? Qual meu meio? Pra se ter meio, deve ser ter um fim.... que não sei quando nem onde. Sobreviver conforme os personagens de Beckett numa rotina sem grandes novidades ou fazer as coisas acontecerem por uma próposito criado apenas em sua cabeça, andando em lado independente ao que a sociedade impõe? Claro que não são as duas únicas opções.
Nesse momento aho que o melhor mesmo é dormir
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