Anti-leitura, não me entenda mal, não é pra entender
A história se repete, mas dessa vez vejo por cima. Agora não sou eu a atriz pincipal, mas não me entenda mal, também não sou diretora, não fui em quem causei. Sou no máximo telespectadora, sim, e com orgulho, apenas nessa história. Seria maldade eu estar feliz, sofri muito quando fazia parte da cena, mas não nego que algo em mim suspira com alívio, não era apenas coisa da minha cabeça, agora é no mínimo coisa da cabeça de mais três, mas aí já é irreal, tá mais para existir mesmo.
Quem está de fora não sabe bulhufas, nem queira saber, isso é um desabafo e o contexto é caótico, mexe com a personalidade, a consciência e o caráter. Sou fraca mesmo, fui até em psicólogo, tudo bem que era estagiário de psicólogo, mas ainda sim mantenho a opinião de que quem vai em psicólogo já está estragado, é como alguém que lê auto-ajuda.
Mas ok, me assumi, eu estava mesmo estragada, errada, perdida e louca, não me rendi ainda aos livrinhos, nem a um psicólogo, mas estou a caminho, afinal estagiário ganha pouco mas é da área (apesar que as vezes tenho minhas dúvidas de que todos pensam assim lá no meu serviço).
Perdi o rumo que eu havia imaginado, então retomo meio sem ligar para a fluência do texto (já passei mesmo no vestibular e os textos que ando tendo que escrever são as teorias dos outros, não meus confusos pensamentos e desculpe-me leitor, esse não é um texto para você), como eu ia dizendo, estou assistindo a cena que participei e agora vejo que nem sempre meu abandono de palco é ruim, nesse caso por exemplo eu não poderia ter feito melhor.
Sobre a cena em que participo, é instável, a cada nascer do sol um objetivo, uma dúvida, alegria ou tristeza. A regulagem está falha e frequentemente atravesso extremos em menos de um dia. Menos mal, mas bom bom não tá. Aí que entra a estagiária de pscicologia, cara! Ela não disse nada... que bom, assim ouvi minha voz: e minha voz me disse... deixe de ser medrosa, largue a barra da sua mãe, pegue o trem e vá pra praia. Bem, se minha voz tá dizendo, em julho logo após a consumação dos 22 anos, partirei em busca de outros pensamentos e já sei onde encontrá-los.
Não queira entender, como já dizia um amigo, tente me inver antes de qualquer coisa.
Quem está de fora não sabe bulhufas, nem queira saber, isso é um desabafo e o contexto é caótico, mexe com a personalidade, a consciência e o caráter. Sou fraca mesmo, fui até em psicólogo, tudo bem que era estagiário de psicólogo, mas ainda sim mantenho a opinião de que quem vai em psicólogo já está estragado, é como alguém que lê auto-ajuda.
Mas ok, me assumi, eu estava mesmo estragada, errada, perdida e louca, não me rendi ainda aos livrinhos, nem a um psicólogo, mas estou a caminho, afinal estagiário ganha pouco mas é da área (apesar que as vezes tenho minhas dúvidas de que todos pensam assim lá no meu serviço).
Perdi o rumo que eu havia imaginado, então retomo meio sem ligar para a fluência do texto (já passei mesmo no vestibular e os textos que ando tendo que escrever são as teorias dos outros, não meus confusos pensamentos e desculpe-me leitor, esse não é um texto para você), como eu ia dizendo, estou assistindo a cena que participei e agora vejo que nem sempre meu abandono de palco é ruim, nesse caso por exemplo eu não poderia ter feito melhor.
Sobre a cena em que participo, é instável, a cada nascer do sol um objetivo, uma dúvida, alegria ou tristeza. A regulagem está falha e frequentemente atravesso extremos em menos de um dia. Menos mal, mas bom bom não tá. Aí que entra a estagiária de pscicologia, cara! Ela não disse nada... que bom, assim ouvi minha voz: e minha voz me disse... deixe de ser medrosa, largue a barra da sua mãe, pegue o trem e vá pra praia. Bem, se minha voz tá dizendo, em julho logo após a consumação dos 22 anos, partirei em busca de outros pensamentos e já sei onde encontrá-los.
Não queira entender, como já dizia um amigo, tente me inver antes de qualquer coisa.
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