Tirei o saco da cabeça
A la quem sou eu do orkut, resolvi hoje nao falar em terceira pessoa, não criar personagens, nem metáforas. Hoje é dia de mim. Sem máscaras, sem modéstia e sem dó.
Não é meu aniversário, não é dia de dor de cotovelo, não é nova paixão a vista, não é nada de incomum. É o comum, os pensamentos, afinal, aqui é lugar deles.
Cansei de me martirizar, de ter em mim essa característica de rever minhas atitudes a cada erro. As vezes queria ser ignorante, desses que acreditam que a culpa é toda dos outros, desses que são tão cheios de si que acreditam e fazem os outros acreditarem o quanto são bons, mesmo não o sendo. Não estou falando que sou perfeitinha, certinha e coisa e tal. Mas minha consciência grita, o tempo todo! Queria que a consciência falhasse mais vezes. Assim como a de todos que me rodeiam. Queria não ter consciência suficiente para tratar mal alguém, assim como me tratam. Desligar o telefone na cara, ignorar, falar mentira. Sobre ter a consciência sempre, isso faz mal, a vontade de acertar sempre, de fazer o certo é insuportável, afinal, isso é impossível!
Quero perder o controle e não buscar a razão sempre. Queria sentir mais, falar mais perdendo a cabeça. Queria me descontrolar vez em quando. O que me prende então?
As vezes dá vontade de largar tudo e provar pra mim mesma que posso sair da linha, mas não consigo.
Queria ser mais egoísta, focar em mim e esquecer dos outros, para as pessoas acharem um rumo precisam disso. É por isso que muitos acham que o engenheiro não olha para os lados, que é bitolado, mas para fazer as coisas acontecerem não se dá para pensar em todos os lados, um interesse elimina o outro e sair dessa rede se torna difícil. Por isso para erguer algo, tornar sonhos em concreto é necessário parar de olhar para o lado.
Amanhã serei menos pensamentos e mais atitudes. Um dia ainda largo toda essa rotina chata pra viver.
Não é meu aniversário, não é dia de dor de cotovelo, não é nova paixão a vista, não é nada de incomum. É o comum, os pensamentos, afinal, aqui é lugar deles.
Cansei de me martirizar, de ter em mim essa característica de rever minhas atitudes a cada erro. As vezes queria ser ignorante, desses que acreditam que a culpa é toda dos outros, desses que são tão cheios de si que acreditam e fazem os outros acreditarem o quanto são bons, mesmo não o sendo. Não estou falando que sou perfeitinha, certinha e coisa e tal. Mas minha consciência grita, o tempo todo! Queria que a consciência falhasse mais vezes. Assim como a de todos que me rodeiam. Queria não ter consciência suficiente para tratar mal alguém, assim como me tratam. Desligar o telefone na cara, ignorar, falar mentira. Sobre ter a consciência sempre, isso faz mal, a vontade de acertar sempre, de fazer o certo é insuportável, afinal, isso é impossível!
Quero perder o controle e não buscar a razão sempre. Queria sentir mais, falar mais perdendo a cabeça. Queria me descontrolar vez em quando. O que me prende então?
As vezes dá vontade de largar tudo e provar pra mim mesma que posso sair da linha, mas não consigo.
Queria ser mais egoísta, focar em mim e esquecer dos outros, para as pessoas acharem um rumo precisam disso. É por isso que muitos acham que o engenheiro não olha para os lados, que é bitolado, mas para fazer as coisas acontecerem não se dá para pensar em todos os lados, um interesse elimina o outro e sair dessa rede se torna difícil. Por isso para erguer algo, tornar sonhos em concreto é necessário parar de olhar para o lado.
Amanhã serei menos pensamentos e mais atitudes. Um dia ainda largo toda essa rotina chata pra viver.
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