Um pouco de Laura
A Laura gostava de todos eles, Guimarães, Machado, Fernando... Na verdade amava suas crias, o Viramundo por exemplo, por ele teve uma forte paixão!
Apesar de lindo os romances, ela queria algo mais, tinha necessidade de carne, tinha necessidade de realidade, mas nada lhe parecia suprir, nada era como seus amores que existiam quando ela queria. Homem nenhum parecia se aproximar daquilo que ela tinha em mente, apesar de não ter mesmo nada. Continuava a se apaixonar por Riobaldo, Paulo Honório, o homem sem nome...
Nesses dias para trás Laura andou finalmente reparando em um homem, dessa vez um homem que existia independente de ela abrir ou não um livro. E como existia! Esse era um homem que chamava mesmo atenção, todas o aspiravam e suspiravam pelos cantos. Então, Laura começou a pensar nele um pouco mais do que devia. Percebeu que era um cara diferente, com gosto para música, dança, escrita e ciências. Era um homem no mínimo interessante.
Se era homem de boa conversa, nunca soube dizer, até porque ele era um cara que nem fala muito...
O fato era que seus pensamentos ele costumava visitar vez ou outra. Há tanto tempo que isso não acontecia... tempo até demais, Laura um dia me disse.
Aconteceu que em uma dessas noites, ela acostumada com sua amizade e feliz em tê-lo apenas em pensamento, sem saber bem porque, acabaram se beijando. Era isso mesmo? Ela estava beijando aquele cara que tanto admirava? Mas algo não estava certo. Algo estava fora de controle. Laura também não sabia bem o que.
Ela se perguntava, porque tão repentino interesse dele? Mas a resposta chegou rápido a ela, não em sua mente, mas ali entre suas pernas. Grande resposta.
Entristeceu, ele a chama de vagabunda, cachorra e a quer inteira, quer mais do que devia querer. Quer mais do que ela queria e podia oferecer. De repente todos aqueles pensamentos de um homem interessante, um cara perfeito sumiram. Ele era apenas mais um, era apenas um homem. E talvez para ele, ela fosse mesmo somente uma insignificante pulga.
Laura voltou para casa, abriu seu livro e amou a noite inteira.
Apesar de lindo os romances, ela queria algo mais, tinha necessidade de carne, tinha necessidade de realidade, mas nada lhe parecia suprir, nada era como seus amores que existiam quando ela queria. Homem nenhum parecia se aproximar daquilo que ela tinha em mente, apesar de não ter mesmo nada. Continuava a se apaixonar por Riobaldo, Paulo Honório, o homem sem nome...
Nesses dias para trás Laura andou finalmente reparando em um homem, dessa vez um homem que existia independente de ela abrir ou não um livro. E como existia! Esse era um homem que chamava mesmo atenção, todas o aspiravam e suspiravam pelos cantos. Então, Laura começou a pensar nele um pouco mais do que devia. Percebeu que era um cara diferente, com gosto para música, dança, escrita e ciências. Era um homem no mínimo interessante.
Se era homem de boa conversa, nunca soube dizer, até porque ele era um cara que nem fala muito...
O fato era que seus pensamentos ele costumava visitar vez ou outra. Há tanto tempo que isso não acontecia... tempo até demais, Laura um dia me disse.
Aconteceu que em uma dessas noites, ela acostumada com sua amizade e feliz em tê-lo apenas em pensamento, sem saber bem porque, acabaram se beijando. Era isso mesmo? Ela estava beijando aquele cara que tanto admirava? Mas algo não estava certo. Algo estava fora de controle. Laura também não sabia bem o que.
Ela se perguntava, porque tão repentino interesse dele? Mas a resposta chegou rápido a ela, não em sua mente, mas ali entre suas pernas. Grande resposta.
Entristeceu, ele a chama de vagabunda, cachorra e a quer inteira, quer mais do que devia querer. Quer mais do que ela queria e podia oferecer. De repente todos aqueles pensamentos de um homem interessante, um cara perfeito sumiram. Ele era apenas mais um, era apenas um homem. E talvez para ele, ela fosse mesmo somente uma insignificante pulga.
Laura voltou para casa, abriu seu livro e amou a noite inteira.
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